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[RP Fechada] Ready For Your Punishment?

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[RP Fechada] Ready For Your Punishment?

Mensagem por Christian Marshall em Ter Dez 12, 2017 3:29 pm



Ready For Your Punishment?
Essa é uma RP FECHADA entre Kellan Marshall Butler e Christian Marshall. A interação ocorre em dezembro de 2017, numa tarde amena e um pouco nublada, na casa de Kellan.
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Re: [RP Fechada] Ready For Your Punishment?

Mensagem por Christian Marshall em Ter Dez 12, 2017 4:26 pm

sinner like me
A sua vida ultimamente andava com um saboroso aroma de canela e frutas vermelhas. Seus dias estavam melhores, mais felizes e coloridos desde que seu tio Kellan entrara em sua vida. Christian consegue lembrar-se dos mínimos detalhes daquela noite em que seu tio chegou atrasado, debaixo de chuva no meio da noite para encontra-lo sentado na velha poltrona de seu pai, esperando por ele. E lá estava o responsável pela drástica mudança na sua vida: um homem de meia-idade, com um corpo forte coberto por uma roupa pesada que lhe dava um ar austero, seus lábios finos expressavam rigidez e seus olhos verdes perscrutavam-no de cima a baixo de uma forma que o jovem rapaz ainda não sabia distinguir o que era exatamente.

Por dias, a sensação era a de calmaria; Kellan conseguia deixar Chris tranquilo, sem pensar tanto assim na morte prematura dos seus pais. Mas ainda havia algo errado, talvez fosse aquele olhar incisivo, que chegava a durar um minuto inteiro, ou a forma como o outro aproximava-se até demais de seu corpo. A primeira coisa que Christian pensara havia sido a possibilidade de seu tio apenas ser preocupado demais com a sua segurança, sempre verificando se ele estava bem. Até mesmo durante a noite seu benevolente tio ia até seu quarto verificar se ele estava bem, cobrindo-lhe com o lençol e acariciando seus fios castanhos, dando-lhe um beijo doce na testa.

Mas ainda residia algo de diferente naquele olhar, naqueles atos. Algo oculto que só veio à tona de forma explosiva e súbita.

Foi no banho. Enquanto ensaboava seu corpo magro e bem estruturado, algo ocorreu. Era comum antes, a excitação fazer o sangue correr velozmente e deixar seu membro ereto, mas esta era a primeira vez que o pênis de Chris ficava daquela forma, duro e implorando para ser acariciado. Confiante de que não havia problema nenhum em se aliviar um pouco, ele começou a masturbar-se. Seu membro pulsava, a glande rosada expelindo pré-sêmen em abundância, seus testículos róseos cheios de porra, até que uma mão forte puxa seu pulso do nada, deixando seu pênis balançando e pulsando sem afeto.

— O que pensa que tá fazendo? — O olhar rígido de Kellan fez Chris sentir um misto de vergonha e humilhação que o fez baixar a cabeça e ficar de joelhos instintivamente, buscando esconder seu membro entre as coxas.

— Desculpe-me, tio Kellan, eu...

— Sem explicações, garoto. Mas só quero saber o motivo... — Perguntou o moreno que estava apenas com uma larga camisa regata branca e uma calça moletom cinza.

— Do quê? — Soerguendo os olhos verdes e marejados, Chris ficou sem entender, até que um tapa abrupto o fez tremer, fazendo-o apoiar-se no box do banheiro para não cair.

— Do porquê você não ter me chamado! — Vociferou o moreno mais velho, puxando sua calça moletom que agora libertava um membro cheio de veias, assim como o membro de Chris, porém bem maior e mais escuro, com uma glande mais arroxeada e testículos muito redondos e levemente peludos. Antes de poder falar alguma coisa, outro tapa, desta vez a cabeça de Chris fora segurada e o moreno foi obrigado a abocanhar o membro de seu próprio tio.

E, naquela mesma tarde, o ânus de Christian fora invadido pela primeira vez, tendo como lubrificante algumas cuspidas e um pouco de sabonete de menta que era o preferido do jovem. Foi algo violento, teve um pouco de sangue e houve muitos tapas, mas assim que sentiu seu interior ser preenchido pelo sêmen que mais parecia lava, houve uma sensação imponente de libertação. Christian se sentiu livre, solto, seu corpo estava mais leve e não havia mais nada que fizesse o moreno se sentir pesado ou melancólico. Tudo o que ele queria era repetir a dose, servir mais ao seu tio e aos seus caprichos. E não parou por aí.



Meses se passaram, Chris já estava muito bem treinado, mas ainda havia muito para o jovem escravo aprender para que ele pudesse ser considerado excelente. Apesar de submisso, o jovem bilionário era muito estudioso, se doava com afinco para ser um objeto para o seu tio por excelência, o melhor que ele já tivera. Observando-o de longe ou fazendo perguntas, Chris fazia planilhas, diários e anotações sobre coisas mínimas desde as preferências até coisas mais bobas e superficiais, mas que agradavam profundamente Kellan, como a sua cor favorita para plugues ou os tipos de gemidos e posições que ele mais gostava.

Naquela tarde, seu tio deveria ficar em casa, mas por alguma inconveniência do destino o trabalho teve de chamar Kellan e ele foi obrigado a ir para uma reunião. Todos os planos de Christian foram completamente destruídos, o que o deixou bastante irritadiço e com cara fechada, mas não havia nada que ele pudesse fazer para mudar a situação. Como compensação, seu tio/mestre decidiu presenteá-lo. Ali, de quatro, primeiramente houveram as cuspidas, depois o presente: um novo plugue anal, este sendo rosa e tendo um formato comprido com algumas bolinhas por toda a extensão, o que fazia surgir uma deliciosa sensação no interior do jovem, que gemeu de tesão. Como complemento houve uma liga em volta de seu pênis e testículos para bloquear o orgasmo e, por fim, um beijo na boca antes de seu amor partir.

Chateado porém ao mesmo tempo contente pelo presente novo – mas acima de tudo, pela consideração do seu amado – ele desceu as escadas já dando de cara com sua professora. Uma mulher loira – não-natural – de olhos azuis e corpo esbelto, parecendo ter saído de uma revista fetichista ou algo assim. Ela era estranha, além de ser meio atirada às vezes, com olhadas que deixavam o estômago de Chris sendo metralhado por borboletas. A aula prosseguiu durante a tarde, assuntos chatos como química e física vinham à tona e deixavam Chris entediado cada vez mais, só o que o mantinha razoavelmente alerta era o cutucar constante do plugue de 12cm na sua próstata.

— Algo errado, querido? Você está tão suado e tão vermelho! — Falou a mulher com sua antipática voz afinada, aproximando-se de Chris e lhe afagando os ombros, começando uma massagem. De repente, eis que o membro de Chris fica de meia-bomba para completamente ereto em segundos, e foi então que a mulher saiu de perto de seu aluno e riu. — Bobinho!

Não deu nem sequer um minuto: a porta foi escancarada de uma só vez, dela surgiu um Kellan furioso como Chris nunca tinha visto antes. Desta vez, um soco foi dado no rosto de Chris, derrubando-o da cadeira.

— Contratei uma atriz pornô conhecida minha pra te testar. E adivinha? Você perdeu! Sério isso? De pau duro com uma mulher? — Gritou ele, assustando até mesmo a loira.

— Kellan, sei que vocês namoram e isso é meio estranho, mas você é muito posse...

— Cala a boca, porra! Sai daqui! Já tá na conta teus dez mil! — Bradou o moreno, observando Chris ali, deitado no chão e em posição fetal, com os olhos vermelhos de lágrimas.

A vergonha de Chris era gigantesca. Ele não queria desapontar seu dono, mas seu corpo havia lhe traído. O plugue anal, seu membro livre e com um anel peniano, só poderia ter sido uma armadilha! Como ele havia sido tão estúpido de cair nela? Mas, apesar de tudo, ele não havia ficado excitado por ela, havia sido culpa dos brinquedos! Ele deveria entender, não é?

— Mestre, eu... — Antes de terminar a frase, seu corpo foi ficando úmido pelo mijo do outro, principalmente a sua face. E ali, humilhado, não havia mais nada que o submisso menino pudesse fazer contra a ira de seu dono.



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