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[RP Fechada] Born To Destroy

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[RP Fechada] Born To Destroy

Mensagem por Samael Darkwood em Ter Dez 12, 2017 4:31 pm



Born To Destroy
Essa é uma RP FECHADA entre Samael Darkwood e Noah Vendramini Pylae. A interação ocorre em dezembro, no meio da semana, durante a tarde.
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Re: [RP Fechada] Born To Destroy

Mensagem por Samael Darkwood em Ter Dez 19, 2017 10:44 pm

I Love You Your Hole



A tarde estava escaldante e a limonada gelada caía como uma luva. Minha empresa estava indo bem e a vida sexual, melhor do que nunca. Havia muitas vezes a impressão de que a minha vida não poderia estar melhor. Minha mais nova aquisição: Noah Pylae, era perfeita! Um jovem no auge de sua sensualidade, com um corpo perfeito esculpido pelos deuses e com olhos verdes e inocentes. O garoto era submisso por natureza e, melhor ainda, totalmente à mercê das minhas vontades. Ele vivia na minha residência agora, sendo vigiado o tempo inteiro com uma coleira com GPS – o garoto nem desconfiava que era rastreado o tempo inteiro – e com várias câmeras escondidas pela casa, em absolutamente todos os cômodos.

O que mais haviam eram brinquedos eróticos na casa que, para entreter sua propriedade enquanto estava fora, decidiu fazer algo especial para o seu menino belo. Um amplo espaço no porão foi transformado num salão que nem de longe parecia ser um porão. As paredes eram pintadas de branco e o teto tinha um belo lustre. Havia cama, um banheiro com box transparente, uma ducha – para a limpeza anal, obviamente –, e o melhor de tudo: um pequeno playground que montei pensando especialmente em como ele seria usado. Havia uma espécie de gangorra que tinham dois dildos dispostos que seriam usados por Noah – eu mesmo já havia brincado de gangorra com o menino, e havia rido bastante pelo fato do meu dildo ter só 10cm enquanto o dele tinha 20cm. Havia também uma bicicleta com um vibrador no lugar do assento, com vários dildos, plugues e vibradores numa estante, tacos de baseball – eu ainda não havia tido a chance de usá-los – e lubrificantes infinitos, assim como óleos de massagem.

Enquanto observava meu objeto no meu computador, comia uma pera com calma, observando-o. Ele lia calmamente um livro, enquanto o celular ao seu lado estava vibrando e aceso. Rapidamente fiquei intrigado, então tratei de olhar o meu celular e percebi que estava sendo desobedecido. Eram 15:00 em ponto, era hora do enema de leite: tratava-se de um ritual onde ele colocava aproximadamente 300ml de leite em seu ânus e o prendia com um plugue, apenas retirando-o às 18:00, quando eu chegasse mais cedo. Estreitei os olhos, furioso pela desobediência. Então ele não me obedecia na hora que eu mandava? Bom saber! Irritado, saí de meu escritório e avisei à minha secretária que iria em casa rapidinho. Peguei meu carro e fui para casa.

Chegando lá, fui diretamente para o porão, onde fui atendido pelo moreno com um olhar de culpa na face, já sabendo que não teria como mentir. Cruzei os braços, meio suado – afinal estava apressado para dar uma surra nele – e com uma expressão clara de ódio. Quando ele tentou falar um pedido de desculpas, recebeu um forte tapa na cara.

— Você acha que eu trabalho, que eu fiz esse quarto pra você, com banheiro, banheira, e milhares de livros, pra você me desobedecer? Eu te fiz um playground anal, caralho! Deveria estar me agradecendo de joelhos! — Gritei, agitando as mãos e apontando para o imenso quarto e o playground anal no extremo oposto do gigantesco porão. Quando o outro tentou me pedir desculpas mais uma vez, pus minha mão na sua boca, com a outra lhe dei um cascudo e o fiz ficar de joelhos, puxando-o pelos cabelos para fora do quarto, soltando-o próximo das escadas metálicas. Fui na frente, já com a limusine pronta e o motorista esperando. Eu iria dar aquele vadio a lição que ele estava merecendo.

— Entra no carro, vadio! — Ordenei, a porta do carro já aberta.

— Mas eu estou só de cueca! — Gemeu baixinho o outro, com lágrimas nos olhos. Revirando os olhos, peguei a beirada da cueca e simplesmente a rasguei, deixando-a cair em farrapos no chão.

Estava de cueca, agora tá pelado, que é como putos como você devem sempre estar. E com o cu cheio de leite, mas como você é desobediente pra caralho vou ter de te dar uma lição, não é mesmo? — Empurrei-o e ele entrou no carro, finalmente, já bastante nervoso diante de toda a minha selvageria. Eu não me importava, ele teria de se acostumar com meu jeito ou iria ser largado como todos aqueles que vieram antes dele.

Enquanto meu motorista ia para o local indicado, fiz Noah ficar de quatro e então arregacei sua bunda, esgarçando as nádegas e lambendo sua entrada, girando minha língua e penetrando seu canal apertado, dando-lhe prazer. Ele piscava e, com o tempo, passou até mesmo a rebolar na minha cara, minha barba encostando na sua bunda e a minha língua deixando-o mais relaxado. Logo, saíamos das avenidas e entrávamos num terreno baldio com alguns poucos mendigos que viviam por ali. Tratei de baixar um pouco o vidro fumê da limusine e pus a cabeça de Noah para fora, subindo novamente o vidro e deixando-o colado à sua pele. Logo enfiei dois dedos em seu cu, fazendo fortes movimentos de vai e vem que foram fáceis devido ao excesso de saliva e as lambidas insistentes por minutos.

— Tá vendo esses mendigos? É com eles que tu vai morar se continuar me desobedecendo, tá me entendendo? — Continuei, adicionando um terceiro dedo, fodendo-o a uma velocidade instável, desferindo vários tapas na sua bunda. — Geme, puto safado, ou eu te jogo nesse terreno baldio e te deixo aqui para sempre. — Ordenei, dando um forte tapa, desferindo mais outros na sua bunda carnuda, cuspindo na sua entrada úmida.


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